sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Líderes sempre estão atentos aos pequenos acontecimentos

Enquanto você espera grandes coisas, fecha-se a porta para o ingresso das pequeninas coisas. James Metclafe

Líderes sadios aprendem com os erros

Não gaste energia tentando encobrir um erro. Aprenda com suas falhas e prossiga para o próximo desafio. Não há problema em errar. Se você não está errando, quer dizer que não está crescendo. H. Stanley Juldd

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Liderando em tempo de mudanças

“Comunicação é uma habilidade que você pode aprender. É como andar de bicicleta, ou digitar. Se você estiver disposto para trabalhar nela, você pode rapidamente melhoar cada parte de sua vida” Brian Tracy

Somente por falar em mudanças sentimos um frio na barriga. A verdade é que ninguém gosta ou está preparado para lidar com elas. E a pergunta que me vem a mente, é a seguinte: Se eu sou parte integrante de um setor, como as mudanças poderão ocorrer sem minha participação? Esta parece ser uma pergunta lógica, mas posso afirmar sem sombra de dúvida, que um setor não só pode mudar sem a minha participação como também me neutraliza caso eu não esteja preparado para as inovações que ocorrerão naturalmente. Este é um alerta levantado por C.K. Prahalad, renomado especialista em estratégia empresarial e de negócios da atualidade e também professor da Graduate School of Business administration na University of Michigan.

Segundo Prahalad, se os líderes desejam desenvolver um processo de transformação estratégica em suas organizações eles precisam de: imaginação, paixão, coragem, humanidade, humildade, intelecto e um pouco de sorte. Para Prahalad, é importante que as empresas estejam conscientize, antes de tudo, de sua colocação no mercado e de quais são as probabilidades reais de liderar esse setor. Diz ele: “Muitos líderes não tomam atitude inovadora justamente porque desconhecem seu papel no mercado, acreditam que simplesmente ‘atuam’ em um nicho imutável de comércio”. Líderes bem-sucedidos sabem o que realmente querem e estão dispostos a fazer o que for preciso dentro dos parametros de integridade e honra para conquistar o que desejam e não perder seu espaço no mercado.

Estamos vivendo em um momento em que os limites entre os setores estão cada vez mais indefinidos. A linha que divide esses limites é muito tênue e quase invisivel. Essa aparente invisibilidade, além de dificultar os passos das organizações em relação a suas áreas de atuação, permite aos que estão de fora e “antenados” com o que há de novo nos setores de tecnologia e estratégias de mercado a criação de novos produtos e serviços que atingirão um público-alvo cada vez mais exigente e interessado em practicidade e transparência. É preciso se perguntar: “Será que o que eu estou fazendo hoje permitirá que me atualize no futuro?”. Somente terão sucesso os líderes que tiverem clareza sobre o que desejam fazer e sabem onde querem chegar.
Esse tipo de raciocínio requer drásticas mudanças no comportamento geral da liderança, o que, muitas vezes, é difícil de se conseguir. É fato que no universo administrativo, é mais fácil continuar com os velhos hábitos de liderança do que criar novos. Somos resistentes a novas tendências. Mudança nos incomoda, porque nos arrasta para fora de nossa zona de conforto. No entanto, não preciso ser expert no assunto para saber que hoje as mudanças ocorrem de modo muito mais rápido do que alguns anos atrás.

Segundo Prahalad, esse ritmo pode ser útil para países com economias emergentes, uma vez que eles podem “saltar” algumas etapas, ou seja, as economias emergentes têm a opção de escolher os métodos já criados pelos países desenvolvidos. Isso lhes permitiria uma maior agilidade no processo de atualização. Contudo, isso não os impede de lançar e exportar, com sucesso, seus próprios projetos. Para Prahalad, as melhores estratégias a serem adotadas para uma empresa se tornar líder em seu setor são:

• Trazer o futuro para o presente, e não extrapolar o passado – Você pode fazer isso adotando ferramentas tecnológicas, para fazer a migração dos antigos sistemas legados e fechados para a nova teia de informações.
• Descentralizar as informações – Compartilhar informações não significa simplesmente que a companhia irá oferecer todos os seus dados a parceiros, clientes e, talvez, até mesmo para seus concorrentes. É preciso encarar essas ações como a obtenção de um acesso privilegiado a milhares de informações outrora inatingíveis.
• Encarar os novos parceiros de negócios e clientes como uma comunidade – Os clientes devem ser tratados não apenas como consumidores ou compradores de produtos, mas como parceiros e como indivíduos pertencentes a uma comunidade que possui referências sociais e que compartilha gostos e opiniões; dessa forma, os agentes de pesquisa são indispensáveis, eles dão o feedback que elas necessitam para aprimorar seus padrões e produtos.

Referências:
Prahalad, C. K. & Hamell, Gray. Competing for the Fulture 1996.
Jeary, Tony. Strategic Accelaration: Succed at the speed of life 2009

Dr. J. C. Pezini
Director of Global Studies
Beulah Heights University
jose.pezini@beulah.org
http://www.pezini.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ouvir o Inaudível: uma qualidade do Líder

Os Sons Inaudíveis !

No século III d.c., o Rei Ts'ao mandou seu filho, o príncipe T'ai, ir estudar no templo com o grande mestre Pan Ku. O objetivo era preparar o príncipe, que iria suceder ao Pai no trono, para ser um grande líder. Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre Pan Ku logo o mandou, sozinho, à floresta de Ming-Li. ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever os sons da floresta. Passado o prazo, T'ai retornou e Pan Ku lhe pediu para descrever os sons de tudo aquilo que tinha conseguido ouvir. "Mestre", disse o príncipe, "Pude ouvir o conto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo suavemente na grama, o zumbido das abelhas e o barulho do vento cortanto os céus". Quando T'ai terminou, o mestre mandou-o de volta à floresta para ouvir tudo o mais que fosse possível. T'ai ficou intrigado com a ordem do mestre. Ele já não tinha distinguido cada som da floresta?

Por longos dias e noites o príncipe se sentou sozinho na floresta, ouvindo, ouvindo. Mas não conseguiu distinguir nada de novo além daqueles sons já mencionados ao mestre Pan Ku. Então, certa manhã, sentado entre as àrvores da floresta, começou a discernir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. Quanto mais atenção prestava, mais claros os sons se tornavam. Uma sensção de encantamento tomou conta do rapaz. "esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse", pensou. Sem pressa, o príncipe passou horas ali, ouvindo e ouvindo pacientemente. Queria ter a certeza de que estava no caminho certo.

Quando T'ai retornou ao tempo, o mestre lhe perguntou o que mais ele tinha conseguido ouvir. "Mestre", respondeu reverentemente o príncipe, "quando prestei mais atenção, pude ouvir o inaudível o som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã". O mestre acenou com a cabeça em sinal de aprovação. Ouvir o inaudível é ter a disciplina necessária para se tornar um grande líder, observou Pan Ku. "Apenas quando aprende a ouvir o caração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um líder pode inspirar confiança a seu povo, entender o que está errado e atender às reais necessidades dos cidadãos. A morte de uma igreja, de uma organização começa quando os líderes ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem mergulhar a fundo na alma das pessoas para ouvir seus sentimentos, desejos e opiniões reais".
Adaptado e aplicado por :

Rev. José Carlos Pezini

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Aprenda com suas falhas

Não gaste energia tentando encobrir um erro. Aprenda com suas falhas e prossiga para o próximo desafio. Não há problema em errar. Se você não está errando, quer dizer que não está crescendo. H. Stanley Juldd

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos. Zíbia Gasparetto

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Planejando para o Sucesso

Fazer planos, no sentido amplo, é estabelecer um projeto que inclui uma série ordenada de ações de operações e de meios destinados a atingir um fim. Logo, planejar o futuro não é simplesmente imaginar o que você quer no futuro, mas agir criando condições para que aquilo que você quer no futuro se concretize.O Planejamento, que é o ato ou efeito de planejar, consiste em um trabalho de preparação no qual se estabelecem os objetivos, as etapas, os prazos e os meios para a sua concretização. A Ciência da Administração, com a finalidade de aumentar as garantias de sucesso de um planejamento, para o alcance do seu objetivo, criou ferramentas que, se bem implementadas, vão proporcionar mecanismos de gerenciamento do processo, é o chamado “Planejamento Estratégico”.

Caminho para a ESPIRITUALIDADE

José Carlos Pezini - Luis Alexandre Ribeiro Branco
Você está confuso quanto a sua espiritualidade? A leitura de Caminho para a Espiritualidade, te ajudará a reencontrar o caminho da comunhão e da alegria de andar com Deus.

Pr. Ronald CarvalhoDiretor Executivo da Junta Administrativa de Missões da Convenção Batista Nacional.

Na atualidade, o conceito religião (religare) não quer dizer, necessariamente, religação com Deus, mas sim ter uma experiência com os mistérios sagrados, os ritos de contato com as divindades, as dimensões invisíveis, a consciência. Ainda no início do século XX, havia o anúncio da extinção do fenômeno religioso. Entretanto, religião e religiosidade não desapareceram e estariam sendo revividas na dimensão da espiritualidade. Espiritualidade é um tema atual.

Profissionais da saúde e pesquisadores vêm, cada vez mais, reconhecendo a importância da dimensão espiritual para a saúde. Contudo, é necessário coragem para lidar com uma área repleta de preconceitos tanto a favor quanto contra a espiritualidade. Sobretudo, quando se trata de uma espiritualidade centrada não na subjetividade individual, mas na objetividade da autoridade da Bíblia e de um relacionamento com o sagrado na manifestação histórica do Cristo.

Os autores, de posse da lógica protestante de que a expressão da verdade está nos tempos bíblicos, resgatam, do passado, as diretrizes da espiritualidade. Esse resgate histórico é bastante interessante em contraste com a pós-modernidade, a qual, de um lado, nega a ideia de certo e errado e, de outro lado, impõe às pessoas uma crise de sentido – à medida que há avanços tecnológicos e retrocessos/estagnações nas relações humanas perpassadas, atualmente, por vários tipos de violência, sendo a violência doméstica a mais perversa de todas.
Mas há esperança. A proposta dos autores é a de uma espiritualidade enquanto relacionamento com Deus, mediado pela pessoa de Jesus Cristo, que gera uma quebra de homeostase. Portanto, mudança. E toda mudança, superficial ou profunda, exige uma busca por novo equilíbrio.

Para os autores, o coração humano necessita, para a sua humanização, da experiência do amor divino, revelado em 66 cartas e na manifestação histórica da cruz. Assim, a espiritualidade não está circunscrita a lugares tidos por sagrados, mas ao relacionamento com o Deus revelado nas Escrituras e manifesto historicamente pela Segunda Pessoa da Trindade.

Pastor José Carlos Pezini ordenado pela Igreja Presbiteriana do Brasil desde 1987, escritor, professor, plantador de igrejas, consultor, e expert em treinamento de liderança. É consultor de treinamento de líderes nos Estados Unidos e em muitos outros países. Em dezembro de 1996 tornou-se pastor de um grupo de brasileiros em Atlanta, Georgia. A comunidade cresceu rapidamente e se tornou igreja, com estes brasileiros outras igrejas foram iniciadas. Em 2001 começou um centro de treinamento de liderança com o propósito de equipar líderes para as igrejas imigrantes em sua missão nos EUA. Em 2002 foi contratado pela Outreach Foundation para dar consultoria, treinamento de liderança, mentoramento e coaching nos EUA bem como em outros Países. Concluiu seu doutorado em ministério no Columbia Theological Seminary, na área de plantação de novas igrejas, em 2007. Publicou os seguintes livros: Chamados a viver, 2000; Cuidando bem dos Recursos que Deus nos dá, 2002; é co-autor de Liderança Pastoral Transformadora, em 2007.

Pastor Luis Alexandre Ribeiro Branco é casado com Lidiane e é pai de duas lindas filhas, Micaela e Alexandra. É missionário da Junta Administrativa de Missões da Convenção Batista Nacional (Brasil), enviado pela Igreja Batista Central de Petrópolis. Trabalhou por alguns anos com implantação de igreja na Ásia e treinamento de obreiros nacionais. Serviu como pastor na North Sea Baptist Church, em Stavanger, na Noruega, e em janeiro de 2006 chegou a Portugal onde é pastor da Igreja Evangélica Baptista de Cascais.
Serviço:

Caminho para a Espiritualidade
José Carlos Pezini
Luis Alexandre Ribeiro Branco
Scortecci Editora
Espiritualidade
ISBN 978-85-366-1458-8
Formato 14 X 21 cm
120 páginas
1ª edição - 2009
Mais informações:
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