quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Lançamento do Livro "Caminho para a Espiritualidade

Em agosto e setembro tive o privilégio de lançar meu novo livro "Caminho para a Espiritualidade" na Livraria Cultura em Porto Alegre e São Paulo.

Desejo agradecer os amigos que me prestigiaram nesta data importante, participando, fazendo contatos e convidando outros para o evento. E em especial o amigo de longas datas Dr. Paulo Pinto Alexandre. Sem sua ajuda não seria possível publicá-lo. Ele fez contato com a Editora, assinou o contrato em meu nome etc. Amigo meu muito obrigado.
Com muita sabedoria Tommy Newberry afirma: "O sucesso é um resultado planejado, não um acidente. O sucesso e a mediocridade são absolutamente previsíveis porque seguem a lei natural e imutável de semear e colher". Na caminhada da vida quando fazemos as coisas planejadas e com paixão colhemos bons resultados.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Liderança e o Trabalho de Equipe

Estamos vivendo em um momento na história que aqueles que ocupam funções de liderança, devem saber equipar seus liderados e também trabalhar em equipe. E por isso é importante que os líderes, durante a sua formação, devem ter nítida dentro da equipe da qual fazem parte qual será sua função.

Do mesmo modo, eles também devem sempre deixar isso claro para as pessoas que estão sob sua liderança, a fim de que elas também busquem saber qual o seu lugar na equipe, descobrindo onde melhor podem desempenhar sua função e trabalhar com maior entusiasmo, afim de que contribuam com a sociedade.
Estes líderes devem ter consciência que a obra com a qual estão envolvidos no momento, não se restringe apenas a sua sobrevivência como individuos e nem é fruto de seu esforço pessoal, mas sim, que o resultado deve ser fruto de um trabalho coletivo.

Vocês conhecem aquela história em que perguntaram a dois pedreiros o que estavam fazendo em um determinado local? Um respondeu um pouco irritado, considerando que a pergunta não fazia nenhum sentido dizendo que estava assentando tijolos, enquanto o outro, que fazia o mesmo serviço na outra ponta do alicerce respondeu com muito orgulho e entusiasmo dizendo que estava construindo uma bela catedral.

Não há dúvida que o segundo pedreiro demonstrava atitude de um grande líder, tinha a visão do todo e conseguiu compartilhar o sonho da obra finalizada, com torres, sinos, piso de granito, grandes janelas e que tudo aquilo deveria começar por um simples murro. Ele parece saber qual era seu lugar e sua função específica dentro da equipe.

Posso afirmar que durante o tempo de aprendizado de um líder - que começa na sala de aula, e/ou em outros ambientes e atividades que complementam a sua formação profissional - é de suma importância que ele vá construindo a visão da sua obra, e que vá descobrindo a melhor maneira de trabalhar em equipe, sabendo que somente obterá resultado satisfatório se conseguir fazer que os sonhos dos que com ele trabalham também sejam realizados.

Isto é pensar como líder. Liderança também se aprende na escola, engana-se quem pensa o contrário, pois liderança é uma habilidade que deve ser aprendida e desenvolvida.

Daí a importância de se ênfatizar o trabalho em equipe, onde cada um dá o melhor de si em prol do todo, cada membro do grupo é um líder em sua área de competência e todos exercem uma ação conjunta (de liderança) em busca do objetivo final. Por tanto, é importante que cada um saiba qual a sua função dentro da equipe onde trabalha.

Este é um conceito muito bem instalado nas linhas de produção, onde cada um durante o processo de montagem vai dar o melhor de si para fazer a parte que lhes cabe, sabendo que lá na ponta estará a maquina funcionando com todos os componentes em ordem.

É por tudo isso, que tenho afirmado em todos os lugares onde vou, que se você quer ter o senso de realização pessoal em seu viver diário, viva a vida com alegria, saiba que as pessoas somente respeitam quem é líder. É uma questão intrínseca ao ser humano, a boa escola complementa e burila essa habilidade e a transforma em competência.

Dr. J. C. Pezini

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Líderes sempre estão atentos aos pequenos acontecimentos

Enquanto você espera grandes coisas, fecha-se a porta para o ingresso das pequeninas coisas. James Metclafe

Líderes sadios aprendem com os erros

Não gaste energia tentando encobrir um erro. Aprenda com suas falhas e prossiga para o próximo desafio. Não há problema em errar. Se você não está errando, quer dizer que não está crescendo. H. Stanley Juldd

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Liderando em tempo de mudanças

“Comunicação é uma habilidade que você pode aprender. É como andar de bicicleta, ou digitar. Se você estiver disposto para trabalhar nela, você pode rapidamente melhoar cada parte de sua vida” Brian Tracy

Somente por falar em mudanças sentimos um frio na barriga. A verdade é que ninguém gosta ou está preparado para lidar com elas. E a pergunta que me vem a mente, é a seguinte: Se eu sou parte integrante de um setor, como as mudanças poderão ocorrer sem minha participação? Esta parece ser uma pergunta lógica, mas posso afirmar sem sombra de dúvida, que um setor não só pode mudar sem a minha participação como também me neutraliza caso eu não esteja preparado para as inovações que ocorrerão naturalmente. Este é um alerta levantado por C.K. Prahalad, renomado especialista em estratégia empresarial e de negócios da atualidade e também professor da Graduate School of Business administration na University of Michigan.

Segundo Prahalad, se os líderes desejam desenvolver um processo de transformação estratégica em suas organizações eles precisam de: imaginação, paixão, coragem, humanidade, humildade, intelecto e um pouco de sorte. Para Prahalad, é importante que as empresas estejam conscientize, antes de tudo, de sua colocação no mercado e de quais são as probabilidades reais de liderar esse setor. Diz ele: “Muitos líderes não tomam atitude inovadora justamente porque desconhecem seu papel no mercado, acreditam que simplesmente ‘atuam’ em um nicho imutável de comércio”. Líderes bem-sucedidos sabem o que realmente querem e estão dispostos a fazer o que for preciso dentro dos parametros de integridade e honra para conquistar o que desejam e não perder seu espaço no mercado.

Estamos vivendo em um momento em que os limites entre os setores estão cada vez mais indefinidos. A linha que divide esses limites é muito tênue e quase invisivel. Essa aparente invisibilidade, além de dificultar os passos das organizações em relação a suas áreas de atuação, permite aos que estão de fora e “antenados” com o que há de novo nos setores de tecnologia e estratégias de mercado a criação de novos produtos e serviços que atingirão um público-alvo cada vez mais exigente e interessado em practicidade e transparência. É preciso se perguntar: “Será que o que eu estou fazendo hoje permitirá que me atualize no futuro?”. Somente terão sucesso os líderes que tiverem clareza sobre o que desejam fazer e sabem onde querem chegar.
Esse tipo de raciocínio requer drásticas mudanças no comportamento geral da liderança, o que, muitas vezes, é difícil de se conseguir. É fato que no universo administrativo, é mais fácil continuar com os velhos hábitos de liderança do que criar novos. Somos resistentes a novas tendências. Mudança nos incomoda, porque nos arrasta para fora de nossa zona de conforto. No entanto, não preciso ser expert no assunto para saber que hoje as mudanças ocorrem de modo muito mais rápido do que alguns anos atrás.

Segundo Prahalad, esse ritmo pode ser útil para países com economias emergentes, uma vez que eles podem “saltar” algumas etapas, ou seja, as economias emergentes têm a opção de escolher os métodos já criados pelos países desenvolvidos. Isso lhes permitiria uma maior agilidade no processo de atualização. Contudo, isso não os impede de lançar e exportar, com sucesso, seus próprios projetos. Para Prahalad, as melhores estratégias a serem adotadas para uma empresa se tornar líder em seu setor são:

• Trazer o futuro para o presente, e não extrapolar o passado – Você pode fazer isso adotando ferramentas tecnológicas, para fazer a migração dos antigos sistemas legados e fechados para a nova teia de informações.
• Descentralizar as informações – Compartilhar informações não significa simplesmente que a companhia irá oferecer todos os seus dados a parceiros, clientes e, talvez, até mesmo para seus concorrentes. É preciso encarar essas ações como a obtenção de um acesso privilegiado a milhares de informações outrora inatingíveis.
• Encarar os novos parceiros de negócios e clientes como uma comunidade – Os clientes devem ser tratados não apenas como consumidores ou compradores de produtos, mas como parceiros e como indivíduos pertencentes a uma comunidade que possui referências sociais e que compartilha gostos e opiniões; dessa forma, os agentes de pesquisa são indispensáveis, eles dão o feedback que elas necessitam para aprimorar seus padrões e produtos.

Referências:
Prahalad, C. K. & Hamell, Gray. Competing for the Fulture 1996.
Jeary, Tony. Strategic Accelaration: Succed at the speed of life 2009

Dr. J. C. Pezini
Director of Global Studies
Beulah Heights University
jose.pezini@beulah.org
http://www.pezini.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ouvir o Inaudível: uma qualidade do Líder

Os Sons Inaudíveis !

No século III d.c., o Rei Ts'ao mandou seu filho, o príncipe T'ai, ir estudar no templo com o grande mestre Pan Ku. O objetivo era preparar o príncipe, que iria suceder ao Pai no trono, para ser um grande líder. Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre Pan Ku logo o mandou, sozinho, à floresta de Ming-Li. ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever os sons da floresta. Passado o prazo, T'ai retornou e Pan Ku lhe pediu para descrever os sons de tudo aquilo que tinha conseguido ouvir. "Mestre", disse o príncipe, "Pude ouvir o conto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo suavemente na grama, o zumbido das abelhas e o barulho do vento cortanto os céus". Quando T'ai terminou, o mestre mandou-o de volta à floresta para ouvir tudo o mais que fosse possível. T'ai ficou intrigado com a ordem do mestre. Ele já não tinha distinguido cada som da floresta?

Por longos dias e noites o príncipe se sentou sozinho na floresta, ouvindo, ouvindo. Mas não conseguiu distinguir nada de novo além daqueles sons já mencionados ao mestre Pan Ku. Então, certa manhã, sentado entre as àrvores da floresta, começou a discernir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. Quanto mais atenção prestava, mais claros os sons se tornavam. Uma sensção de encantamento tomou conta do rapaz. "esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse", pensou. Sem pressa, o príncipe passou horas ali, ouvindo e ouvindo pacientemente. Queria ter a certeza de que estava no caminho certo.

Quando T'ai retornou ao tempo, o mestre lhe perguntou o que mais ele tinha conseguido ouvir. "Mestre", respondeu reverentemente o príncipe, "quando prestei mais atenção, pude ouvir o inaudível o som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da manhã". O mestre acenou com a cabeça em sinal de aprovação. Ouvir o inaudível é ter a disciplina necessária para se tornar um grande líder, observou Pan Ku. "Apenas quando aprende a ouvir o caração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um líder pode inspirar confiança a seu povo, entender o que está errado e atender às reais necessidades dos cidadãos. A morte de uma igreja, de uma organização começa quando os líderes ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem mergulhar a fundo na alma das pessoas para ouvir seus sentimentos, desejos e opiniões reais".
Adaptado e aplicado por :

Rev. José Carlos Pezini

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Aprenda com suas falhas

Não gaste energia tentando encobrir um erro. Aprenda com suas falhas e prossiga para o próximo desafio. Não há problema em errar. Se você não está errando, quer dizer que não está crescendo. H. Stanley Juldd

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos. Zíbia Gasparetto